Título Por Trás das Histórias: Empreendedorismo, Diversidade e o Poder da Inclusãodo post

Reconhecer as diferenças e valorizar vozes diversas é essencial para o meu trabalho. Acredito que cada reportagem, cada livro, cada entrevista que produzi é uma oportunidade de amplificar vozes e abrir caminhos para que outras mulheres e grupos sub-representados possam prosperar em suas carreiras e vidas.

Maiza Silva

12/6/20242 min read

Que sou jornalista a maioria das pessoas já sabem, mas talvez o que você ainda não tenha descoberto sobre mim é que, após trabalhar por quatro anos no nicho do empreendedorismo feminino, desenvolvi uma grande sensibilidade para perceber as questões sociais que envolvem empreender, seja no Brasil ou em outros países.

Com o tempo, me tornei editora, produzi livros e revistas, e ajudei cada mulher que me confiou a sua história a enxergar o valor de sua trajetória e o quanto ela é fundamental para a transformação de outras pessoas.

À medida que o tempo passava e as oportunidades iam aparecendo, eu me questionava: “Como me tornar uma profissional fora da curva?

Afinal, como qualquer outra mulher que ouvi, eu também queria conquistar o meu espaço, a minha autoridade no universo do empreendedorismo feminino!

Depois de entrevistar centenas de mulheres empreendedoras e produzir matérias com grandes expoentes do mundo dos negócios, como Camila Farani, Carol Paiffer, artistas como Samara Felipo, Danni Suzuki, entre elas, a jornalista Joyce Ribeiro, percebi que, por de traz de todas elas, independentemente do tamanho e da imagem que elas carregam, existe um ser humano.

E foi assim, com o pedacinho de cada uma delas, que surgiu meu interesse pela Diversidade e Inclusão, ao reconhecer que cada pessoa carrega uma história única, moldada por suas origens, cultura e experiências de vida.

Reconhecer essas diferenças e valorizar vozes diversas é essencial para o meu trabalho. Acredito que cada reportagem, cada livro, cada entrevista que produzi é uma oportunidade de amplificar vozes e abrir caminhos para que outras mulheres e grupos sub-representados possam prosperar em suas carreiras e vidas.

Hoje, além de jornalista, vejo-me como uma defensora ativa da inclusão e da diversidade no mundo corporativo, sempre buscando maneiras de aprimorar como contamos histórias e, principalmente, como essas histórias podem impactar a sociedade de forma positiva.

Provavelmente, algumas pessoas ao lerem este artigo, questionaram o privilégio que algumas das mulheres citadas aqui tenham recebido. Porém, é preciso lembrar que uma sociedade se faz de muitas pessoas, e cada uma delas, tem papel fundamental na construção de mundo mais justo, seja relatando suas próprias experiências ou reconhecendo seu lugar de privilégio, fazendo dele um amplificador para que todos, sem exceção, tenham as mesmas chances de sucesso e realização.